sábado, 25 de junho de 2011

Filme da Vez: O Código da Vinci

Citação Inútil do Post de Hoje:
‘Talvez não precise ser apenas o humano e o divino. Por que o humano não pode ser considerado divino?’

Robert Langdon, em O Código da Vinci.

Bem, pessoal, como eu tinha dito, decidi fazer a partir de agora uns posts sobre filmes. Como recebi INÚMEROS comentários – veja o número dos post anteriores – decidi eu mesmo escolher o filme.
Pois bem, o filme da vez é ‘O Código Da Vinci’ (The Da Vinci Code), baseado no livro homônimo de Dan Brown, é estrelado por Tom Hanks (De ‘Forrest Gump’) e Audrey Tauton, como o simbologista Robert Langdon e a agente Sophie Neveu. Além de Sir Ian McKellen (De ‘X-Men’) e Jean Reno (‘A Pantera Cor-de-rosa). O filme é dirigido por Ron Howard.


Cartaz americano.
‘Procure a verdade.’
O filme começa com o assassinato do Jacques Saunier, curador do Museu do Louvre e membro do Priorado de Sião, sociedade secreta cuja missão é guardar um segredo que pode abalar os pilares da Igreja Católica.
Com poucos minutos de vida, Saunier deixa uma mensagem contendo códigos e enigmas para o Professor de Simbologia de Harvard, Robert Langdon decifrar. Em uma verdadeira caçada humana por Paris, Langdon e a agente Sophie Neveu – neta de Saunier – tentam desvendar e proteger o segredo mais bem guardado da história.
Langdon e Neveu, na cena no Banco de Custódia de Zurique.
Olha, eu gosto muito das obras de Dan Brown, mas aviso que se você é católico fervoroso não veja esse filme, pois trata de questões sobre a imortalidade de Jesus Cristo e seu possível relacionamento com Maria Madalena. A coisa chegou até mesmo no nível da Igreja Católica tentar boicotar o filme antes de seu lançamento, embora sem muito resultado, por retratar as ações do Opus Dei – Obra de Deus, em latim – onde um de seus membros usa da autoflagelação para purificar-se de seus pecados.

Bispo Aringarosa, um dos ‘vilões’ da trama.
Caso queira assistir mesmo assim, O Código da Vinci é perfeito para quem gosta de investigações. Com um enredo empolgante e cenas sempre surpreendentes, o filme consegue deixar duas impressões em quem assiste: Ou você vai amá-lo ou vai odiá-lo.

Sequências:
O sucesso de ‘O Código da Vinci’ foi tão grande, que logo após seu lançamento nos cinemas, a continuação ‘Anjos e Demônios’ foi anunciada.
A segunda aventura de Robert Langdon – que na verdade, nos livros se passa um ano antes de sua caçada humana em Paris – narra o período de um dia em que o professor é chamado às pressas para investigar o assassinato de um cientista, cujo peito foi marcado a brasa um anagrama dos Illuminati, que decididos a pôr fim na Igreja Católica, rouba a mais poderosa arma: A antimatéria, capaz de destruir todo o país do Vaticano.

Cartaz americano de Anjos & Demônios

Em uma corrida contra o relógio, Langdon e Victoria Vetra partem em uma investigação cujas surpresas serão maiores que as consequências de suas ações.
É, os livros do Dan Brown são bem polêmicos, mas é uma boa sugestão para quem curte investigações com um enredo firme e sem rodeios, onde temos a mesma dose de ação e aventura. Quem tiver vontade de ler os livros, melhor ainda. 
Ambos os filmes estão disponíveis em DVD. 

terça-feira, 21 de junho de 2011

Hello - Tchau

Passando vuash pra dizer que vi o resultado esmagador da enquete e com incríveis TRÊS votos, farei uma critica de filme. O que é até bom, porque eu posso ir ali na locadora e ver o filme que quiser e postar aqui. Eu acho.
De qualquer forma, eis o que precisam saber sobre mim agora: FÉRIAS KD

Só isso. Volto depois. Ou não.
Beijo.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Mudanças, mudanças, mudanças

É, dessa vez eu atrasei de propósito porque a preguiça me abateu. Sério, eu nunca me senti tão cansado como me sinto atualmente. De qualquer forma, não poderia deixar meus leitores – que são periodicamente forçados a ler meu blog – de lado. Então, combatendo toda e qualquer preguiça, decidi mudar o layout do blog. Coisinhas simples assim, porque toda mudança é boa, não é?

Desse modo, decidi quebrar completamente minha rotina. Claro que a escola entra, voluntária ou involuntariamente; depende do ponto e vista. O geral, eu costumava acordar cedo para ir à aula. Voltava pouco depois do meio-dia e me preparava para o cursinho às duas. Depois ia à academia e voltava para casa. Isso já quase oito da noite.

Bem, o que mudou? Agora meu curso é noturno, começa quase 19:00 e termina às 22:40. Tenho a tarde toda livre, não é? Não é? Errado.

Sim, caro leitor, minha vida é tão puxada que tempo de sobra é tão valioso quanto ouro. Mas estou acostumado, na verdade, até gosto da correria #Mentira. De qualquer forma, vai começar na escola um cursinho de aprofundamento nas matérias do currículo exato (Química/Física) que eu pretendo fazer. A não ser que você leitor estude comigo ou tenha ouvido falar na minha escola, deve saber que o currículo escolar é decidido entre Humano (+Geografia/História), Biológico (+Biologia/Química) e Exato (+Química/Física). Eu curso Humanas, logo não tenho nem Química nem Física.

E como todos sabem, nosso queridíssimo ENEM pede essas matérias.

Pois bem, lá vou eu repor dois anos sem essas lindas matérias. Desejem-me sorte.
Mas voltando ao tema do post, que não sei direito qual é, acho que essas mudanças me fazem bem. Por isso, quero fazer algumas mudanças aqui no blog também. Vou tentar postar alguma coisa mais útil como... Resenhas de Livros! Chato? Hmm... Ok. Que tal uma avaliação de filmes, pode ser? Ou falar sobre uma determinada banda e seus álbuns? (Claro que Nickelback tá incluindo, óbvio.)

São tantas coisas que acho que não posso decidir sozinho, então que tal vocês, leitores, darem suas opiniões? Votem ali na enquete e justifiquem no comentário qual livro, filme ou álbum (junto com o artista) vocês querem que apareça aqui. Vou dar o prazo de uma semana, posto e resultado e no máximo em cinco dias, prometo, posto algo relacionado ao vencedor.

Então, está combinado?

Volto daqui a uns dias pra ver o resultado.

Um abraço. ~~

terça-feira, 7 de junho de 2011

Between You And Me

Citação Inútil do Post de Hoje:

‘Se todos concordarem comigo, todos estarão certos’

Lucy Van Pelt, de Snoopy.

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Bem, bem, bem aqui estamos nós de novo. Bom dia/tarde/noite/qualquer hora para você leitor, que provavelmente já está cansado de ser obrigado a ler esse texto e comentar porque eu pedi humildemente. Eu agradeço do fundo do meu coração. Sério. Eu tenho coração, figuradamente falando.

Enfim, meu post de hoje não é sobre mim. Na verdade, é sobre todos nós. Já é de ontem que eu ouço e leio sobre a polêmica do material que erroneamente é chamado de ‘incentivo ao homossexualismo. ’. Errôneo porque pelos vídeos vê-se que não é um incentivo para ser homossexual, mas sim sobre o fato de respeitar isso em relação a outra pessoa. É, a sociedade taxa aquilo que lhe é mais adequado, e como o Brasil é machista, vai ser tachado assim.

O que me deixa desapontado é ver deputados indo contra ação por pura homofobia. - Olha, eu não tenho nada contra a pessoa ser gay ou não. Até porque, minha vida é atarefada demais para me preocupar com o outro. -, entretanto, ao ver esses deputados dizendo que ao exibir esses vídeos estaremos ‘criando uma sociedade puramente homossexual’ ou algo desse gênero, é de fato, um ato de violação à Constituição.

Lá, em algum lugar, diz que todos tem o direito de opinar. Certo. Eles deram seu ponto de vista, não posso discordar. Cada um tem sua opinião e todas valem a mesma coisa. Porém, um dos deveres dos deputados é, acima de tudo, defender a sociedade. O que eles, convenhamos, fazem muito bem, não é? Vejam nosso país. Vejam nossas greves. Vejam o trabalho bem feito.

Pra mim, o Brasil – e o mundo – precisa de planos assim. A favor da VALORIZAÇÃO das diferenças entre sexo, cor, religião e tudo mais. Por que um negro é tratado diferente – indiretamente – do branco? Por que um muçulmano não pode praticar sua religião por medo de ser confundido com um terrorista? Por quê?

É eu não sei. Você sabe?

Talvez por causa disso, um dos temas de redação do ENEM foi a Compreensão das Diferenças. Eu fiz essa redação e apesar de escrever bem, ou penso que escrevo bem, me assustei um pouco quando consegui quase a nota máxima na correção (28/30) e decidi, para finalizar esse post, dividi-la com vocês.

Se vocês gostarem, comentem ali embaixo. Agora, se detestarem, joguem as pedras e tudo mais. Haters gonna hate.

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Evoluindo com as diferenças

Paulo Netto

Durante o curso da história da humanidade, as sociedades fragmentaram-se em grupos de ‘semelhantes’ dados por sua política, classe social ou econômica. Mulheres não votavam em Atenas, em Roma, quem decidiam eram os patrícios.

Nos dias atuais, realizamos grandes feitos no âmbito social: Todos nós brasileiros temos o direito ao voto. Perante a Constituição somos todos iguais. Contudo, ao passo que damos ao vencermos essa batalha, não nos esquecermos da guerra contra as ideologias ancestrais. O racismo ainda existe porque pensamos ser melhores que o outro.

Ora, se somos todos seres humanos, ninguém pode dizer qual raça entre nós é a melhor ou pior.

Em nossas escolas, devemos educar nossos filhos a incentivarem as diferenças ao invés de usá-las para excluir uma pessoa. Em nosso cotidiano, devemos aprender a viver e a respeitar a natureza de quem somos e como queremos ser.

Somos todos seres humanos; semelhantes em espécie, diferentes em nosso meio de agir e ser. Darwin dizia que as diferenças são necessárias para nossa evolução. Ele não podia estar mais certo: Quando todos nós abrimos nossos olhos para um novo mundo de novas ideologias, finalmente, evoluiremos como seres humanos.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

A Greve & Eu

Citação Inútil do Post de Hoje:

Gre.ve: Recusa, resultante de acordo, de operários, estudantes, funcionários, etc., a trabalhar ou a comparecer onde o dever os chama até que sejam atendidos em certas reinvindicações.

Mini Aurélio – Dicionário da Língua Portuguesa.

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Adendo de último minuto: Era para eu ter postado isso ontem, mas minha queridíssima internet não permitiu. Perdão a todos que ficaram extremamente ansiosos e se decepcionaram (Como se tivesse alguém né). Bem, vamos ao post de hoje.


Acho que vou me acostumar com prazo de cinco dias entre um post e outro. É o tempo que levo para, ao mesmo tempo promover meu blog – que está crescendo aos poucos, ainda bem – e pensar em algo novo para escrever. Não, se você acha que escrevo rápido lamento dizer que está pesarosamente enganado. Até porque, esse post de hoje eu levei um bom tempo para preparar o texto, não é muito bom, mas é algo que eu considero muito importante que leiam. Então, vamos lá.

Vamos começar com uma narrativa cotidiana de um garoto entediado dentro de um ônibus qualquer. Em determinado momento de sua viagem, uma multidão barraqueira – é, não há outra palavra para descrever melhor, desculpa – para o trânsito. É claro que o garoto não ficou quieto em seu lugar com seu livrinho de história, ele colocou o rosto para fora e quase foi sufocado por um cartaz que dizia, em letras garrafais – negrito, itálico, sublinhado tamanho 66 – REINVIDICAÇÃO POR MELHORES SALÁRIOS. Foi naquele momento que, tive toda a certeza do mundo que a minha amada escola pode acabar entrando em greve. De novo.

Talvez você esteja pensando, querido leitor ou leitora, o porquê de um adolescente não gostar de greve. Ora, quem não quer dormir até tarde? Eu quero. Mas o preço a pagar é muito caro e muito maior que os salários pedidos pelos professores: É o preço da minha educação.

Quem se importa com a educação brasileira?

Olha, para ser sincero, sou absolutamente contra toda e qualquer tipo de greve. Gritar e espernear são ações até infantil, me lembra da criança mimada recebendo um não, e se eu conseguisse o que quero gritando, teria entrado em alguma universidade da Ivy League – Como Harvard ou Dartmouth – só gritando. Meu pai me ensinou que a maioria das coisas se resolve dialogando. Ambos os lados dizem que tentam restabelecer a situação por diálogos, veja: Os professores protestam porque o Estado não os ouve. O Estado reclama porque os professores estão protestando e não dando a chance de conversa.

Pergunto-me onde está o diálogo?


Pois bem, eu entendo o ponto de vista dos educadores. Suas greves são “atendidas” e nunca cumpridas. O que leva a outra greve formando um ciclo vicioso e quem sai perdendo, não são os professores – Entenda que todos eles já passaram em uma Universidade e possuem curso superior, quem sai perdendo é o aluno. Que sem professor, não tem ensino. Sem ensino não expande seu conhecimento. Sem conhecimento, nunca entrará em uma universidade. E o culpado, apesar de tudo, somos nós, que de quatro em quatro anos elegemos alguém para cuidar desses assuntos que nunca são solucionados.

O que me preocupa são os outros alunos preocupados – minoria – que, sem condições de pagarem um cursinho preparatório vê suas chances de entrar em uma universidade e mudar de vida beirando o quase nulo. É muito fácil estudar em casa, mas é mais fácil aprender com um professor.

Direito a (não) educação.

Para finalizar – é, eu sei, o post deve ter sido o mais chato até agora, mas eu precisava postar isso – eu quero falar sobre um vídeo, onde uma professora pergunta aos deputados e senadores se eles conseguiriam viver com o salário de professor. Obviamente, não conseguiriam. Eu gostaria, se você for um estudante, de qualquer idade, perguntasse ao seu professor se ele conseguiria passar a vida com um salário mínimo. Porque se essas greves idiotas - de novo, não tinha outra palavra melhor - continuarem sempre, daqui a alguns anos é isso que o brasileiro sem diploma universitário passará a ganhar: um salário mínimo.