Uma antologia de pensamentos de mais um na multidão que tenta vencer diariamente a batalha contra a mesmice do cotidiano.
sábado, 25 de junho de 2011
Filme da Vez: O Código da Vinci
terça-feira, 21 de junho de 2011
Hello - Tchau
De qualquer forma, eis o que precisam saber sobre mim agora: FÉRIAS KD
Só isso. Volto depois. Ou não.
Beijo.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Mudanças, mudanças, mudanças
terça-feira, 7 de junho de 2011
Between You And Me
Citação Inútil do Post de Hoje:
‘Se todos concordarem comigo, todos estarão certos’
Lucy Van Pelt, de Snoopy.
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Bem, bem, bem aqui estamos nós de novo. Bom dia/tarde/noite/qualquer hora para você leitor, que provavelmente já está cansado de ser obrigado a ler esse texto e comentar porque eu pedi humildemente. Eu agradeço do fundo do meu coração. Sério. Eu tenho coração, figuradamente falando.
Enfim, meu post de hoje não é sobre mim. Na verdade, é sobre todos nós. Já é de ontem que eu ouço e leio sobre a polêmica do material que erroneamente é chamado de ‘incentivo ao homossexualismo. ’. Errôneo porque pelos vídeos vê-se que não é um incentivo para ser homossexual, mas sim sobre o fato de respeitar isso em relação a outra pessoa. É, a sociedade taxa aquilo que lhe é mais adequado, e como o Brasil é machista, vai ser tachado assim.
O que me deixa desapontado é ver deputados indo contra ação por pura homofobia. - Olha, eu não tenho nada contra a pessoa ser gay ou não. Até porque, minha vida é atarefada demais para me preocupar com o outro. -, entretanto, ao ver esses deputados dizendo que ao exibir esses vídeos estaremos ‘criando uma sociedade puramente homossexual’ ou algo desse gênero, é de fato, um ato de violação à Constituição.
Lá, em algum lugar, diz que todos tem o direito de opinar. Certo. Eles deram seu ponto de vista, não posso discordar. Cada um tem sua opinião e todas valem a mesma coisa. Porém, um dos deveres dos deputados é, acima de tudo, defender a sociedade. O que eles, convenhamos, fazem muito bem, não é? Vejam nosso país. Vejam nossas greves. Vejam o trabalho bem feito.
Pra mim, o Brasil – e o mundo – precisa de planos assim. A favor da VALORIZAÇÃO das diferenças entre sexo, cor, religião e tudo mais. Por que um negro é tratado diferente – indiretamente – do branco? Por que um muçulmano não pode praticar sua religião por medo de ser confundido com um terrorista? Por quê?
É eu não sei. Você sabe?
Talvez por causa disso, um dos temas de redação do ENEM foi a Compreensão das Diferenças. Eu fiz essa redação e apesar de escrever bem, ou penso que escrevo bem, me assustei um pouco quando consegui quase a nota máxima na correção (28/30) e decidi, para finalizar esse post, dividi-la com vocês.
Se vocês gostarem, comentem ali embaixo. Agora, se detestarem, joguem as pedras e tudo mais. Haters gonna hate.
Evoluindo com as diferenças
Paulo Netto
Durante o curso da história da humanidade, as sociedades fragmentaram-se em grupos de ‘semelhantes’ dados por sua política, classe social ou econômica. Mulheres não votavam em Atenas, em Roma, quem decidiam eram os patrícios.
Nos dias atuais, realizamos grandes feitos no âmbito social: Todos nós brasileiros temos o direito ao voto. Perante a Constituição somos todos iguais. Contudo, ao passo que damos ao vencermos essa batalha, não nos esquecermos da guerra contra as ideologias ancestrais. O racismo ainda existe porque pensamos ser melhores que o outro.
Ora, se somos todos seres humanos, ninguém pode dizer qual raça entre nós é a melhor ou pior.
Em nossas escolas, devemos educar nossos filhos a incentivarem as diferenças ao invés de usá-las para excluir uma pessoa. Em nosso cotidiano, devemos aprender a viver e a respeitar a natureza de quem somos e como queremos ser.
Somos todos seres humanos; semelhantes em espécie, diferentes em nosso meio de agir e ser. Darwin dizia que as diferenças são necessárias para nossa evolução. Ele não podia estar mais certo: Quando todos nós abrimos nossos olhos para um novo mundo de novas ideologias, finalmente, evoluiremos como seres humanos.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
A Greve & Eu
Gre.ve: Recusa, resultante de acordo, de operários, estudantes, funcionários, etc., a trabalhar ou a comparecer onde o dever os chama até que sejam atendidos em certas reinvindicações.
Mini Aurélio – Dicionário da Língua Portuguesa.
Adendo de último minuto: Era para eu ter postado isso ontem, mas minha queridíssima internet não permitiu. Perdão a todos que ficaram extremamente ansiosos e se decepcionaram (Como se tivesse alguém né). Bem, vamos ao post de hoje.
Acho que vou me acostumar com prazo de cinco dias entre um post e outro. É o tempo que levo para, ao mesmo tempo promover meu blog – que está crescendo aos poucos, ainda bem – e pensar em algo novo para escrever. Não, se você acha que escrevo rápido lamento dizer que está pesarosamente enganado. Até porque, esse post de hoje eu levei um bom tempo para preparar o texto, não é muito bom, mas é algo que eu considero muito importante que leiam. Então, vamos lá.
Vamos começar com uma narrativa cotidiana de um garoto entediado dentro de um ônibus qualquer. Em determinado momento de sua viagem, uma multidão barraqueira – é, não há outra palavra para descrever melhor, desculpa – para o trânsito. É claro que o garoto não ficou quieto em seu lugar com seu livrinho de história, ele colocou o rosto para fora e quase foi sufocado por um cartaz que dizia, em letras garrafais – negrito, itálico, sublinhado tamanho 66 – REINVIDICAÇÃO POR MELHORES SALÁRIOS. Foi naquele momento que, tive toda a certeza do mundo que a minha amada escola pode acabar entrando em greve. De novo.
Talvez você esteja pensando, querido leitor ou leitora, o porquê de um adolescente não gostar de greve. Ora, quem não quer dormir até tarde? Eu quero. Mas o preço a pagar é muito caro e muito maior que os salários pedidos pelos professores: É o preço da minha educação.

Quem se importa com a educação brasileira?
Olha, para ser sincero, sou absolutamente contra toda e qualquer tipo de greve. Gritar e espernear são ações até infantil, me lembra da criança mimada recebendo um não, e se eu conseguisse o que quero gritando, teria entrado em alguma universidade da Ivy League – Como Harvard ou Dartmouth – só gritando. Meu pai me ensinou que a maioria das coisas se resolve dialogando. Ambos os lados dizem que tentam restabelecer a situação por diálogos, veja: Os professores protestam porque o Estado não os ouve. O Estado reclama porque os professores estão protestando e não dando a chance de conversa.
O que me preocupa são os outros alunos preocupados – minoria – que, sem condições de pagarem um cursinho preparatório vê suas chances de entrar em uma universidade e mudar de vida beirando o quase nulo. É muito fácil estudar em casa, mas é mais fácil aprender com um professor.

Direito a (não) educação.
Para finalizar – é, eu sei, o post deve ter sido o mais chato até agora, mas eu precisava postar isso – eu quero falar sobre um vídeo, onde uma professora pergunta aos deputados e senadores se eles conseguiriam viver com o salário de professor. Obviamente, não conseguiriam. Eu gostaria, se você for um estudante, de qualquer idade, perguntasse ao seu professor se ele conseguiria passar a vida com um salário mínimo. Porque se essas greves idiotas - de novo, não tinha outra palavra melhor - continuarem sempre, daqui a alguns anos é isso que o brasileiro sem diploma universitário passará a ganhar: um salário mínimo.