sábado, 28 de maio de 2011

Glee Vs. Pais - Round 1

Citação Inútil do Post de hoje:

‘Fazer parte de algo especial, nos torna especiais.’

Rachel Barry, de Glee.

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É, é, eu atrasei um pouco eu sei. Com a abertura das inscrições do ENEM as cobranças pelos estudos aumentaram 300% ou mais. Desse modo, peço desculpas pelo possível atraso em relação ao post. E agradeço – coisa que não fiz no post anterior, perdoem-me – pelos comentários e pelas pessoas que leram o texto. Isso incentiva muito, pessoal!

Agora, vamos lá. Eu tinha prometido uma deliciosa balinha chita ao post de fim de mundo mais criativo e... Só o Luan comentou? Nossa, e eu pensava que não tinha criatividade... Pois bem, aqui está sua balinha, basta esticar a mão e pegar. Igual na Fantástica Fábrica de Chocolate.

Antes que o assunto decaia rapidamente – Vejam que já citei um filme completamente sem nexo – vamos falar do meu post de hoje. Estava bem lendo minha revista ÉPOCA de 16 de Maio de 2011 e me deparo com uma reportagem sobre a série Glee – que, aliás, sou um fã ardiloso da série -, fiquei surpreso. Não pelo fato da série aparecer na revista, mas sobre a reportagem da Martha Mendonça intitulada ‘Glee é para crianças?’. A reportagem fala sobre os pais que deixaram os filhos assistirem a série – graças aos números musicais – e mais tarde se depararam com cenas que consideram inapropriadas para as crianças. Desse modo, os pais proibiram as crianças de verem a série.


Musicais atraem as crianças. Enredo afastam os pais.

Sou a favor do que os pais fizeram, porque afinal, Glee não é uma série destinada à crianças, mas sim à adolescentes. O que culpo são os pais que deixaram os filhos assistirem e depois vieram atirar pedras. Ora, a série é exibida no Brasil às 22:00, todas as quartas pela Fox, logo o horário já torna-se inapropriado para as crianças assistirem. Além disso, um aviso da emissora diz que o programa é destinado a maiores de 14 anos.



Elenco de Glee, versão infantil - Cena do episódio 'The Substitute'.

E não é só no Brasil, nos EUA onde a série é exibida em rede aberta, a série vem causando polêmicas entre os pais que deixaram seus filhos assistirem a série: Desde o ousado musical de Like A Virgin da Madonna, os pais caíram em cima da série e de seu produtor, Ryan Murphy, que foi acusado de pedofilia pelo episódio onde a Gwyneth Paltrow faz uma participação cantando Do You Want Touch Me?

Contudo, nem todos os pais proibiram os filhos. Alguns acreditam ser uma boa maneira de iniciar aquela conversa com os filhos como também ajuda-los a crescer em um mundo onde não existam preconceitos – o ponto principal da série.

Gwyneth Paltrow na performance de 'Do You Want Touch Me?'

Depois de tudo isso, o que penso é que talvez, na mais inocente dos casos, os pais não sabiam da série como um todo, porém deviam ter percebido que a série realmente não é adequada para crianças. Mas seria muita hipocrisia se esses mesmos pais deixaram seus filhos assistirem programas como Pânico da TV! Que é quase um programa pornô. De péssimo gosto, aliás.

Enquanto ambos os lados se preparam para outro round polêmico, vou deixar o espaço do comentário para que vocês comentassem o que acham: Glee pode ou não ser assistido por crianças?

É isso, um abraço e até o outro post. Eu acho.

ps: apesar de seu comentário ter me feito rir Vini, você postou tarde demais e perdeu sua balinha chita.

ps²: Agradecimentos ao Kaichi por ter reparado na duplicação dos parágrafos.

domingo, 22 de maio de 2011

Apocalypse, por favor

Citação Inútil do Post de Hoje:

Apocalipse não significa a destruição de tudo. Significa o aparecimento de um Deus à Terra.

Em, O Símbolo Perdido, de Dan Brown e o livro não está comigo para eu poder dar uma página exata.

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É, não foi dessa vez que o mundo se explodiu.

Segundo o Harold Camping era para o Apocalipse ter acontecido às 18:00 de ontem, entretanto nada aconteceu. Nenhum tsunami, nenhum terremoto, nenhuma invasão alienígena ao estilo Guerra dos Mundos e nem uma besta enorme de sete cabeças. Nada. Que pena.

Não me impressionaria se esse mesmo cara aparecesse no jornal com uma cara de ‘Pegadinha do Malandro hehehe’ ou algo desse gênero. Apesar de todos acharem horrível e detestável que o fim do mundo chegue mais cedo, todos nós temos um pendor natural em admirar tragédias, tanto que conheço muita gente que preferia ler a Bíblia de trás pra frente só para saber como termina o mundo.

O Apocalipse segundo Michelangelo. Lindo, não?


É, adoramos a destruição. Claro que há possibilidade do voo dos anjos estarem atrasados ao chegar ao Brasil – o que não seria surpresa, graças aos nossos aeroportos. Fazer o quê? Errar é humano, claro.

O que me diverte é saber que uma pessoa foi capaz de prever o fim do mundo, mas aposto que não saberia dizer o que aconteceria com ele mesmo no dia seguinte. Bem, não me preocupo muito, porque o mundo acabando ou não, ainda terei que entregar aqueles trabalhos de escola infernais (que eu ainda, obviamente, não terminei).

De qualquer forma, cada um tem sua visão do fim do mundo. Para uns vai acabar com um alinhamento de planetas que vai causar um tsunami irreal que destruiria as pobres favelinhas do Rio. Para outros, seria um inferno na Terra, não que aqui não esteja quente o suficiente. (Em todos os sentidos); e por fim, temos aqueles que como eu preferem ficar pensando no que tem que fazer no dia seguinte a ficar pensando em como eliminar o mundo que vivemos.

Se me perguntasse, eu diria que Deus está construindo o mundo como se montasse um quebra-cabeça de pecinhas minúsculas de Lego (Nossa, hein, eu arraso nas metáforas.) e que quando ficar tudo pronto vai bater e quebrar tudo só para se divertir e montar tudo de novo.

É, agora eu fiquei curioso... O que você, leitor, pensa sobre o fim do mundo? E quando e como ele vai acontecer? Darei uma palma e uma balinha chita para o melhor comentário. Se o mundo não tiver acabado e impossibilitado você de escrever né.

Um abraço e até outro post.

ps: Esse post foi escrito hoje e não foi psicografado.


~~Gostou do post? Deixe seu comentário ali embaixo, aceito criticas; sugestões e elogios, não aceito cartões de crédito.

Se quiser, me siga no Twitter: http://twitter.com/PauloNetto79


sexta-feira, 20 de maio de 2011

Então, vamos lá.

Pois bem, aqui eu estou.

Francamente, não sei bem como escrever um texto de apresentação. É algo banal, eu sei, mas não consigo. As ideias me fogem. Alguns diriam para começar com alguma apresentação, onde estão minhas boas maneiras? Mas tenho certeza que se esse blog for para frente, vocês me conhecerão muito bem em muito pouco tempo. Dê-me algumas semanas.

Mas se estiver com pressa, tem uma descrição rápida ali no canto. Se você já a viu, deve estar pensando que esse é mais um blog sobre a vida agitada e baladeira de um adolescente normal. Não, não é. Até porque, não sou esse tipo de pessoa.

Perguntem-me então pra que serviria esse blog? Não sei ao certo. Talvez porque no mundo de hoje, são tantas vozes querendo ser ouvidas. Tantas falas que precisam ser ditas que a grande parte se sente apreensiva quanto. Eu sou uma delas. Nesse blog, tentarei expor minhas ideias e visões do mundo, dar uma opinião e algumas resenhas sobre o que acontece não só comigo, como também com você, leitor ou leitora, e com o mundo em geral.

Eu poderia dizer que esse blog será um caleidoscópio de ideias, pensamentos e ações. Porque não vale nada o homem que imagina um mundo perfeito e não faz nada para cria-lo. Mas não se engane, também gosto de retratar alguns acontecimentos cotidianos, por isso não se assustem se eu narrar que um balde de água fria (e suja!) cair em cima de mim num dia desses, coisas assim são bastante comuns.

Bem, é isso. Se Drummond me permite pegar um trecho de uma de suas obras e adaptá-la pra esse meu texto (Com licença, Drummond), digo que meus planos é fazer esse blog prosperar, mas caso não consiga, a culpa é da ironia da vida.

Abraços~~